(MomentoOnline Tecnologia / Publicada em: 03/11/2009)
Pelo que se vê, essa nova tendência terá vida longa
Muito
se fala sobre mídias sociais, mas poucos realmente entendem o que é
este fenômeno e a importância que elas têm atualmente. Na mídia social
existe espaço para os anônimos e também para grandes empresas. E, por
que não, até para os meios de comunicação impressa. "O jornalismo
tradicional está se adaptando às novas tendências e deseja cada vez mais
produzir conteúdo na internet e lidar com a influência das redes
sociais”, garante a revista Webinsider.
Grandes organizações como a Rede Globo,
com o seu G1 e a Record, com o seu portal R7 já despertaram para o
crescimento das mídias sociais e a abertura para maior interatividade
com seu público. Não se pode ignorar o poder que elas têm hoje e o fato é
que, na verdade, tornou-se uma tendência que funciona. Na versão
interativa da web (internet 2.0), é possível fazer muito mais com muito
menos, garantem os especialistas. Todos os dias milhares de pessoas são
atraídas por plataformas de mídias sociais e cada vez mais se vê novas
ferramentas surgindo, com empresas entrando no meio da brincadeira. É
preciso estar perto do consumidor e as mídias sociais proporcionam isso
às empresas que querem interagir com seu cliente, conhecer sua opinião,
fidelizar, dar algum retorno e fortalecer sua marca na web.
Silvia Bassi, da IDG, diz que os meios
de comunicação de massa e agências de publicidade estão experimentando
entender as novas mídias e as mudanças que elas ocasionam. Na sua
opinião, cabe aos veículos mudarem a cabeça dos jornalistas para
aprenderem e se adaptarem a trabalhar com novas mídias.
Já é possível, há algum tempo, monitorar
e analisar, com base na avalanche de conteúdo já construído, o que os
consumidores estão falando, pensando e postando em meios como blogs,
fóruns e comunidades virtuais. Isso facilita imensamente o trabalho de
captar um a um os formadores de opinião .
Um jornal que pode ser citado como
exemplo de inclusão em novos meios e que está atento à interatividade
proporcionada pela Web 2.0 é o Zero Hora do grupo RBS. As versões online
do Zero Hora e do Diário Gaúcho costumam explorar os blogs como formato
de comunicação entre jornalistas e redatores e os leitores, assim como o
portal CLICRBS e os sites de outros veículos do grupo.
Além disso, redes sociais são mídias
perfeitas para entender o impacto de um lançamento de produto ou
campanhas de marketing, identificar e gerenciar crises e a saúde de
marcas.
“Os consumidores de informação passaram a
produzi-la. E produzi-la de maneira frenética, em uma escala nunca
antes imaginável. E, ao mesmo tempo, temos em nossas mãos um acesso tão
grande de informações que, às vezes, torna-se incompreensível para nós. A
web 2.0 se traduz nisso: ela não tem tradução”, declarou o jornalista
Cleyton Torres.
Em meio a muitas reuniões, simpósios,
rodas de debate com especialistas de diversas áreas e profissionais de
comunicação a conclusão tirada é que: “Não seguir a nova tendência será
como reduzir as chances de sucesso dentro da nova geração da internet”,
finaliza Rafael Kiso, sócio-fundador e diretor de tecnologia da
Focusnetworks.
Nunca
se viu tanta gente ostentando tatuagens as mais variadas. A palavra
tatuagem origina-se do inglês “tattoo”, que por sua vez é proveniente da
polinésia “tatau”, uma onomatopéia que significa bater. Isto faz
bastante sentido quando se descobre que os nativos usavam um instrumento
de osso para tatuar, no qual batiam com um pedaço de madeira.







