quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Resenhas



Restaurante Tiger

Tive o enorme prazer de almoçar no dia do meu aniversário nesse restaurante simplesmente m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.o. Sim ele é tudo isso, tanto em sua decoração, quanto no atendimento perfeito e nos pratos deliciosamente bem preparados. Ele é especializado na culinária  tailandesa e japonesa. O legal é que a possibilidade de poder pedir o festival gastronômico e fazer uma verdadeira viagem pelas receitas dos dois países.
Vale super a pena conhece-lo, porém vá preparado, pois ele não é tão barato. Mas garanto que pagarão com prazer e com certeza voltarão outras vezes.
Dica: Tomem cuidado com os pratos tailandeses. Eles costumam ser muito apimentados.

Lanchonete Fellows

Ambiente aconchegante e familiar, o Fellows é uma lanchonete de bairro bem simpático e como gostosuras que valem o preço. Tudo lá em bem feito, bem servido e o custo x benefício é o melhor de tudo. Além disso, o cliente tem à sua disposição o tradicional chocolate quente, servido em xícara grande, muito recomendado para os dias de baixa temperatura.
No cardápio, existem diversas opções de hamburgueres, hot-dogs, beirutes, inclusive hamburguer de salmão. É possível também optar pela montagem do próprio sanduíche com os já tradicionais acompanhamentos ou aceitar a sugestão da casa.

Bar Z Carniceria

O bar funciona num antigo açougue/matadouro desativado dos anos 50 e a decoração eu diria ser uma mistura interessante bem macabra e original. Preste atenção em todos os detalhes como nas paredes e teto com seus ganchos de carne, cabeças de boi. Tudo exatamente como esperamos encontrar num açougue.
Além da decoração bastante peculiar o destaque está no cardápio que dentre muitos “belisquetes” maravilhosos é possível experimentar certas delícias da cozinha vegetariana como o buraco quente servido num pão francês bem quentinho e cascudo recheado com uma misturinha de antepasto de berinjela, azeitona, milho e mussarela. Agora para os menos empolgados com a comida vegana a opção poderá ser provar a linguiça flambada na cachaça  ou a coxinha com geleia de pimenta.
Vale realmente a visita, tanto pela decoração inusitada, a boa música, comida e bebida de qualidade.
Atenção para o funcionamento, pois o bar não abre nas segundas-feiras.

Catavento cultural e educacional

O Catavento está situado no Palácio das Indústrias, antiga sede da Prefeitura, no Parque D. Pedro II, no centro da cidade de São Paulo, entre a Av. do Estado e a Av. Mercúrio, em frente à Casa das Retortas e próximo ao Mercado Municipal. Ele é um espaço cultural e educacional que apresenta ao público, especialmente o jovem, a ciência e os problemas sociais, de um modo atraente e participativo, trazendo atrações interativas de diversas áreas como artes, história, ciências e geografia.
Nas quatro seções - Universo, Vida, Engenho e Sociedade - vídeos, painéis e maquetes são utilizados como suporte didático, explorando ao máximo a interatividade.
Vale a pena conhecer esse espaço tão especial situado no centro de São Paulo, quando você estiver lá dentro esquecerá de tudo, ficará tão encantado que por algum tempo terá a impressão que São Paulo definitivamente não é ali.
Dica: Siga os diversos guias que existem eles são bem atenciosos e dão uma verdadeira aula.



Arco íris de cores é o último grito da moda





Nem só de roupas se compõe a moda. Aliás, a moda é feita de um conjunto onde cada detalhe é de suma importância. E o look das unhas é importantíssimo na composição do visual. Por isso na sua próxima ida à manicure pode deixar de lado os esmaltes com tons neutros. A ordem deste verão é abusar sem medo das cores vibrantes.
As unhas seguem as mesmas tonalidade da maquiagem desta estação. “Cores bem fortes como o vermelho vivo, pink, laranja,  lilás, verde e amarelo invadem as unhas ”, declarou Lili Perez (profissional da Muray Cabelo e Estética).
Porém o esmalte azul vem criando verdadeiro alvoroço entre mulheres antenadas. Famosas atrizes já fizeram suas aparições como Carol Castro e Eliana. Pode-se considerar que ele  seja o último grito entre as fashionistas  de plantão. Tanto que Ana Maria Gonçalvez,  gerente de uma grande cadeia de farmácias de São Paulo declarou que todas as vezes que o esmalte é colocado nas gôndolas logo se esgota.
A nova ordem segundo Patrícia Veron make-up artist (profissional de imagem) é uma só: “Garotas usem e abusem de cores fortes e variadas”.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A importância da conscientização do homem quanto a sua saúde

(Texto redigido para página especializada em saúde do homem/urologia no Facebook)

Todos nós temos a consciência de que por questões históricas geralmente homens não tem o costume de procurar ajuda médica com a mesma frequência que as mulheres. Seja por preconceito ou medo.
É de extrema importância que consigamos o quanto antes combater através de campanhas e conscientização para que possamos reverter esse quadro e de forma que o homem possa sentir-se seguro e amparado.
Infelizmente as constatações demonstram que homens passam a buscar ajuda médica a partir dos 60 anos de idade.  Quando problemas graves poderiam ser evitados com simples ações. Como o caso do câncer de pênis, cuja prevenção é simples bastando lava-lo com água e sabão. Uma higiene bem feita pode acabar com o câncer de pênis no Brasil!
“Atualmente, mais de mil homens têm o pênis amputado no país em decorrência de uma doença evitável que se cura com higienização e educação” (José Carlos de Almeida, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia).
Quanto ao câncer de próstata, estudos constatam duas realidades: a do diagnóstico precoce e a do tardio. Caso o tumor seja detectado precocemente as chances de cura aumentam para 90%. 
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), são aproximadamente 46 mil novos casos por ano da doença, que mata oito mil homens anualmente.
Por esses motivos citados e muitos outros é fundamental que lutemos pela conscientização dos homens, insistindo que procurem ajuda especializada de um urologista periodicamente a partir dos 45 anos ou até mesmo dos 40, em casos da existência de câncer de próstata na família.







sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Alguém sabe de fato o que são memes? O que eles significam? e a Luiza? Já voltou?

(Texto desenvolvido para a página Redes Sociais http://www.facebook.com/redessociais.smo.seo Jan/2012)

Resposta ao jornalista Carlos Nascimento http://www.youtube.com/watch?v=t9O45Pfl3wcou qualquer outro que não consiga entender que sorrir faz bem e é de graça.

A internet e principalmente as redes sociais estão com seus radares e canais abertos para qualquer pessoa que tenha ou não o que dizer. Ninguém falou que são meios para simplesmente distribuição de futilidade, papo furado, paquera, comércio, propaganda, manifestações ou simplesmente somente mais uma forma de comunicação.
Ela é livre e está de portas abertas para que cada um possa colocar suas ideias inteligentes ou simplesmente bobas para pessoas pouco inteligentes como alguns dizem por aí.
Gente, a criatividade é um dos maiores bens que nós possuímos! Bom humor então, nem se fala. O Brasil é um país que apesar de seus problemas reais e bem evidentes ainda sim não perde a alegria de viver, de se manifestar de forma descontraída, sorridente e nunca deixando a peteca cair.
A grande verdade é que de notícia ruim o povo já está esgotado, todos os dias em qualquer jornal, telejornal e até mesmo na internet sempre aparecem notícias catastróficas, drogas, guerras, fome, pobreza, desemprego, desastres naturais, mortes e por aí vai.
Pessoas que não entendem esse bom humor e acham que memes são idiotas, sinto dizer que em minha singela opinião idiota e limitado é o pensamento de vocês. Cada coisa deve ter seu momento e seu lugar, conhecimento não faz mal a ninguém, mas um pouco de descontração e besteirol também não farão.
Meme não foi criado para reinvindicação de bons empregos, bons salários, ataques contra a corrupção. O meme possui outra finalidade, eles podem ou não fazer sentido algum, são intencionalmente virais e acontecem subitamente.
No último ano diversos memes fizeram um sucesso enorme como: Mamilos (que são polêmicos), Pôneis Malditos, Luiza Marilac e seus “bons drink!” e muitos outros que eu ficaria aqui até amanhã relembrando.
A questão é que a senhorita Luiza que não está mais no Canadá deu certo do nada! Virou a última febre do momento justamente por que o comercial realizado por toda sua família e na época “menos Luiza que estava no Canadá” (desculpa é inevitável não citar a frase kkkk...) era muito tosco, muito ruim, com um texto péssimo.
Foi justamente por esse motivo que o tosco acabou ficando muito bom e na internet tudo que é difundido ou produzido de forma precária, ruim e sem sentido muitas vezes faz com que seja o caminho para o sucesso meteórico.
Pessoas influentes e conhecidas acabam por tietar essas “novas celebridades”, como o cantor Lenine que em um de seus shows agradeceu a presença de todos menos obviamente a Luiza que está no Canadá.
Queridos intelectuais de plantão, não tentem entender o motivo de tal expressão ter se transformado tão famosa, porque não existe qualquer explicação, ou raciocínio lógico e coeso que respondam suas questões.
Não somos menos inteligentes do que vocês, apenas somos mais bem humorados e sabemos que a vida deve ser levada com seriedade sim, mas não a todo o momento.
Aprender a suavidade da vida, a graça de uma bela gargalhada descompromissada e natural faz muito bem para a alma, o coração e eles agradecem.

domingo, 27 de novembro de 2011

Mídias Sociais

 (MomentoOnline Tecnologia / Publicada em: 03/11/2009)
 
Pelo que se vê, essa nova tendência terá vida longa
 
Muito se fala sobre mídias sociais, mas poucos realmente entendem o que é este fenômeno e a importância que elas têm atualmente. Na mídia social existe espaço para os anônimos e também para grandes empresas. E, por que não, até para os meios de comunicação impressa. "O jornalismo tradicional está se adaptando às novas tendências e deseja cada vez mais produzir conteúdo na internet e lidar com a influência das redes sociais”, garante a revista Webinsider.
Grandes organizações como a Rede Globo, com o seu G1 e a Record, com o seu portal R7 já despertaram para o crescimento das mídias sociais e a abertura para maior interatividade com seu público. Não se pode ignorar o poder que elas têm hoje e o fato é que, na verdade, tornou-se uma tendência que funciona. Na versão interativa da web (internet 2.0), é possível fazer muito mais com muito menos, garantem os especialistas. Todos os dias milhares de pessoas são atraídas por plataformas de mídias sociais e cada vez mais se vê novas ferramentas surgindo, com empresas entrando no meio da brincadeira. É preciso estar perto do consumidor e as mídias sociais proporcionam isso às empresas que querem interagir com seu cliente, conhecer sua opinião, fidelizar, dar algum retorno e fortalecer sua marca na web.
Silvia Bassi, da IDG, diz que os meios de comunicação de massa e agências de publicidade estão experimentando entender as novas mídias e as mudanças que elas ocasionam. Na sua opinião, cabe aos veículos mudarem a cabeça dos jornalistas para aprenderem e se adaptarem a trabalhar com novas mídias.
Já é possível, há algum tempo, monitorar e analisar, com base na avalanche de conteúdo já construído, o que os consumidores estão falando, pensando e postando em meios como blogs, fóruns e comunidades virtuais. Isso facilita imensamente o trabalho de captar um a um os formadores de opinião .
Um jornal que pode ser citado como exemplo de inclusão em novos meios e que está atento à interatividade proporcionada pela Web 2.0 é o Zero Hora do grupo RBS. As versões online do Zero Hora e do Diário Gaúcho costumam explorar os blogs como formato de comunicação entre jornalistas e redatores e os leitores, assim como o portal CLICRBS e os sites de outros veículos do grupo.
Além disso, redes sociais são mídias perfeitas para entender o impacto de um lançamento de produto ou campanhas de marketing, identificar e gerenciar crises e a saúde de marcas.
“Os consumidores de informação passaram a produzi-la. E produzi-la de maneira frenética, em uma escala nunca antes imaginável. E, ao mesmo tempo, temos em nossas mãos um acesso tão grande de informações que, às vezes, torna-se incompreensível para nós. A web 2.0 se traduz nisso: ela não tem tradução”, declarou o jornalista Cleyton Torres.
Em meio a muitas reuniões, simpósios, rodas de debate com especialistas de diversas áreas e profissionais de comunicação a conclusão tirada é que: “Não seguir a nova tendência será como reduzir as chances de sucesso dentro da nova geração da internet”, finaliza Rafael Kiso, sócio-fundador e diretor de tecnologia da Focusnetworks.

Quem tem medo da tatuagem?

Imprimir arte no copro não é uma idéia tão nova assim
Nunca se viu tanta gente ostentando tatuagens as mais variadas. A palavra tatuagem origina-se do inglês “tattoo”, que por sua vez é proveniente da polinésia “tatau”, uma onomatopéia que significa bater. Isto faz bastante sentido quando se descobre que os nativos usavam um instrumento de osso para tatuar, no qual batiam com um pedaço de madeira.
A tatuagem já existia há mais de três mil anos como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma comunidade tribal. Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte. Depois, para relatar os fatos da vida social: virar guerreiro, sacerdote ou rei; casar-se, celebrar a vida, identificar os prisioneiros, pedir proteção, garantir a vida do espírito durante e depois do corpo.
Na era Cristã, na clandestinidade, os primeiros cristãos se reconheciam por sinais tatuados, com cruzes, as letras IHS, o peixe, as letras gregas. Na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema, e em pessoas comuns. Nos tempos modernos passou a ser uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo. Hoje as tatuagens não são mais tão toscas, mas desenhos de traços mais finos e cores variadas. Deixou até de ser um símbolo de marginalidade.
A tatuagem já não encontra barreiras de idade, sexo ou profissão. Homens e mulheres, jovens e adultos, professores e dentistas, também exibem suas tatuagens. Essa arte sobre a pele é democrática, por mais que a sociedade ainda reaja com algum preconceito. É o individualismo que induz muitas pessoas a fazerem de sua pele o local do registro de idéias, valores ou simples vaidade.