domingo, 27 de novembro de 2011

Mídias Sociais

 (MomentoOnline Tecnologia / Publicada em: 03/11/2009)
 
Pelo que se vê, essa nova tendência terá vida longa
 
Muito se fala sobre mídias sociais, mas poucos realmente entendem o que é este fenômeno e a importância que elas têm atualmente. Na mídia social existe espaço para os anônimos e também para grandes empresas. E, por que não, até para os meios de comunicação impressa. "O jornalismo tradicional está se adaptando às novas tendências e deseja cada vez mais produzir conteúdo na internet e lidar com a influência das redes sociais”, garante a revista Webinsider.
Grandes organizações como a Rede Globo, com o seu G1 e a Record, com o seu portal R7 já despertaram para o crescimento das mídias sociais e a abertura para maior interatividade com seu público. Não se pode ignorar o poder que elas têm hoje e o fato é que, na verdade, tornou-se uma tendência que funciona. Na versão interativa da web (internet 2.0), é possível fazer muito mais com muito menos, garantem os especialistas. Todos os dias milhares de pessoas são atraídas por plataformas de mídias sociais e cada vez mais se vê novas ferramentas surgindo, com empresas entrando no meio da brincadeira. É preciso estar perto do consumidor e as mídias sociais proporcionam isso às empresas que querem interagir com seu cliente, conhecer sua opinião, fidelizar, dar algum retorno e fortalecer sua marca na web.
Silvia Bassi, da IDG, diz que os meios de comunicação de massa e agências de publicidade estão experimentando entender as novas mídias e as mudanças que elas ocasionam. Na sua opinião, cabe aos veículos mudarem a cabeça dos jornalistas para aprenderem e se adaptarem a trabalhar com novas mídias.
Já é possível, há algum tempo, monitorar e analisar, com base na avalanche de conteúdo já construído, o que os consumidores estão falando, pensando e postando em meios como blogs, fóruns e comunidades virtuais. Isso facilita imensamente o trabalho de captar um a um os formadores de opinião .
Um jornal que pode ser citado como exemplo de inclusão em novos meios e que está atento à interatividade proporcionada pela Web 2.0 é o Zero Hora do grupo RBS. As versões online do Zero Hora e do Diário Gaúcho costumam explorar os blogs como formato de comunicação entre jornalistas e redatores e os leitores, assim como o portal CLICRBS e os sites de outros veículos do grupo.
Além disso, redes sociais são mídias perfeitas para entender o impacto de um lançamento de produto ou campanhas de marketing, identificar e gerenciar crises e a saúde de marcas.
“Os consumidores de informação passaram a produzi-la. E produzi-la de maneira frenética, em uma escala nunca antes imaginável. E, ao mesmo tempo, temos em nossas mãos um acesso tão grande de informações que, às vezes, torna-se incompreensível para nós. A web 2.0 se traduz nisso: ela não tem tradução”, declarou o jornalista Cleyton Torres.
Em meio a muitas reuniões, simpósios, rodas de debate com especialistas de diversas áreas e profissionais de comunicação a conclusão tirada é que: “Não seguir a nova tendência será como reduzir as chances de sucesso dentro da nova geração da internet”, finaliza Rafael Kiso, sócio-fundador e diretor de tecnologia da Focusnetworks.

Quem tem medo da tatuagem?

Imprimir arte no copro não é uma idéia tão nova assim
Nunca se viu tanta gente ostentando tatuagens as mais variadas. A palavra tatuagem origina-se do inglês “tattoo”, que por sua vez é proveniente da polinésia “tatau”, uma onomatopéia que significa bater. Isto faz bastante sentido quando se descobre que os nativos usavam um instrumento de osso para tatuar, no qual batiam com um pedaço de madeira.
A tatuagem já existia há mais de três mil anos como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma comunidade tribal. Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte. Depois, para relatar os fatos da vida social: virar guerreiro, sacerdote ou rei; casar-se, celebrar a vida, identificar os prisioneiros, pedir proteção, garantir a vida do espírito durante e depois do corpo.
Na era Cristã, na clandestinidade, os primeiros cristãos se reconheciam por sinais tatuados, com cruzes, as letras IHS, o peixe, as letras gregas. Na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema, e em pessoas comuns. Nos tempos modernos passou a ser uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo. Hoje as tatuagens não são mais tão toscas, mas desenhos de traços mais finos e cores variadas. Deixou até de ser um símbolo de marginalidade.
A tatuagem já não encontra barreiras de idade, sexo ou profissão. Homens e mulheres, jovens e adultos, professores e dentistas, também exibem suas tatuagens. Essa arte sobre a pele é democrática, por mais que a sociedade ainda reaja com algum preconceito. É o individualismo que induz muitas pessoas a fazerem de sua pele o local do registro de idéias, valores ou simples vaidade.

Seu cão não precisa ser tão gordo quanto você

(Matéria publicada no jornal Momento Online/FIAMFAAM em 28/10/2009)

Agradinhos daqui, agradinhos dali, isso pode fazer mal para a boa saúde dos pets

A expressão “é a cara do dono” pode ter fundamento real na relação entre animais de estimação e dono. Cada vez mais cães adotam hábitos, personalidade e comportamento daqueles que os cercam de carinhos e cuidados.
Alguns dos agradinhos costumam ser através dos famosos petisquinhos, frequentes lanchinhos fora de hora ou a famosa "beliscada" na refeição do dono. “Um regime alimentar fraco pode causar uma série de problemas de saúde aos animais”, relata a veterinária Flávia Veturelli
Assim como os humanos, os cães têm necessidades nutricionais próprias e uma refeição específica às raças e às características do animal são essenciais para o seu equilíbrio alimentar. A veterinária, especialista em nutrição alimentar animal, indica alguns dos problemas relacionados à falta de alimentação adequada aos pets: obesidade, catarata, queda de pelos, irritação na pele e mau hálito.
Flávia explica que há animais, como Labrador e Bulldog, que têm tendência à obesidade e problemas articulares, males que podem ser prevenidos a partir de uma dieta alimentar balanceada.
Entre os animais de pequeno porte, o Cocker e o Poodle são exemplos de raças muito pré-dispostas a problemas de catarata, portanto os seus alimentos devem ser ricos em vitaminas.
A maior prova de amor do dono está na recusa para aqueles pedidos melosos. Nada de doces e pedacinhos de pão. “O fato de oferecer um alimento adequado para o tipo do animal de estimação significa mais saúde, qualidade de vida e amor incondicional do dono para com seu pet”, finaliza Flávia.